Ainda que uma caloria seja apenas uma caloria, o modo como o nosso corpo responde a ela varia dependendo do horário em que foi consumida.
Um estudo antigo, publicado na Cell Metabolism em 2022, já mostrava isso. Na pesquisa realizada pela Escola de Medicina de Harvard, os cientistas controlaram variáveis como ingestão calórica, sono e atividade física em 16 participantes, que seguiram dois padrões alimentares: refeições mais cedo ou mais tarde. Eles descobriram que comer mais perto da hora de dormir afetava hormônios relacionados à fome, reduzia a queima de calorias e favorecia o armazenamento de gordura.
Em uma matéria elaborada pelo portal VivaBem UOL, que ouviu alguns especialista sobre este assunto, expliquei que os principais hormônios envolvidos no ganho de peso devido a refeições tardias são a insulina, a glicose e o cortisol. “Quando há consumo de carboidratos simples, por exemplo, ocorre a liberação de insulina, que estimula o armazenamento de gordura por promover um estado anabólico. Já o cortisol, conhecido como um hormônio que favorece o ganho de peso, tende a aumentar em jantares tardios, o que pode interferir na qualidade do sono e, consequentemente, alterar os hormônios que regulam fome e saciedade”, afirmei.
“Vale alertar ainda que carboidratos simples, refinados e açúcares consumidos antes de dormir promovem picos de insulina, sobrecarregando as células do pâncreas e, a médio e longo prazo, aumentam o risco de pré-diabetes e diabetes”, completei.
A matéria completa para você saber mais está disponível em https://bit.ly/3Q7U0EI.





